segunda-feira, 8 de junho de 2009

Entrevista ao Correio Braziliense


Entrevista - Paulo Ghiraldelli Jr. - Correio Braziliense

O canal do pensamento

Ele já formou mais de duas dezenas de mestres e doutores em filosofia, além de centenas de estudantes, agora está longe das universidades. Afastou-se depois de 31 anos de magistério para “ser filósofo”, atividade que lhe parecia incompatível com o trabalho de professor, fosse em instituição pública ou privada. Conhecido como “o filósofo da cidade de São Paulo”, Paulo Ghiraldelli Jr. dedica boa parte do seu tempo ao Centro de Estudos em Filosofia Americana (Cefa), criado em 1996. Os estudos ali produzidos são divulgados no Portal Brasileiro da Filosofia, onde é possível acessar a TV Filosofia, canal de comunicação que mantém na internet. Outra faceta desse filósofo é produzir vídeos difundidos especialmente no YouTube. Com mais de 35 livros publicados, hábil com a linguagem, é ele quem assina a obra O que é filosofia contemporânea?, que chega às livrarias pela coleção Primeiros Passos, da editora Brasiliense. A partir das duas grandes tendências do século 20, a analítica e a continental, Ghiraldelli apresenta em seu verbete crítico, como se refere à publicação, as bases para o pensamento filosófico dos nossos tempos.

No livro, o senhor afirma que os grandes temas da filosofia contemporânea são sujeito e verdade. Em que eles se diferenciam da filosofia moderna?
A filosofia moderna clássica quer que o sujeito seja a base para a verdade, e toma a verdade, não raro, em um sentido realista. A filosofia contemporânea desconfia da própria possibilidade de termos uma noção bem delimitada de sujeito, e começa a questionar as teorias da verdade que saem do campo realista. Os tempos contemporâneos são os tempos em que a noção de subjetividade sofre abalos de todo tipo, e a noção de verdade parece não poder mais contar com um ponto de apoio fixo, o “ponto arquimediano” de Descartes.

Essa virada veio com a filosofia de Nietzsche?
O movimento é geral, vem de Marx, Darwin, Schopenhauer e, certamente, Nietzsche é importante nisso.

Com a mudança, a verdade passa a ser uma questão de interpretação?
Na filosofia contemporânea o importante é antes o verdadeiro que a verdade. Ou seja, passamos a olhar mais para o qualificativo que possa ser aplicado ao enunciado, em especial proposições (enunciados a que se pode dizer verdadeiro ou falso), que para qualquer outra coisa. Então, os filósofos tendem a ver sob que condições um enunciado é verdadeiro. Como não encontram condições que possam mantê-lo durante todo o tempo e em qualquer lugar como verdadeiro, tendem a dizer que o qualificativo não é absoluto. É claro que há os que, como Habermas, dirão que pode ser que tenhamos de admitir isso, sim, mas que sempre teremos de admitir, também, ao menos como ideia, certo tipo de verdade como sendo para todo tipo de condições. Essa é a disputa entre Habermas e Rorty, por exemplo. O último dirá que jamais conseguiremos realmente distinguir o qualificativo “verdadeiro” do qualificativo “bem justificado”.

Qual é o status da linguagem na filosofia contemporânea?
A linguagem ganhou a cena da filosofia contemporânea. Não só pela via da ampliação da influência da filosofia analítica, a filosofia mais disseminada no mundo anglo-saxão, mas também pelo fato de que a filosofia continental viu na linguagem um elemento tão paradigmático quanto havia sido o trabalho na transição do século 19 para o século 20.

O senhor critica, no livro, o especialista que não se articula com outras áreas do saber ou mesmo com a própria vida. Ainda é possível fugir dessa dinâmica?
Os grandes filósofos são grandes filósofos exatamente porque vão do detalhes da linguagem técnica da filosofia para o campo em que a linguagem da filosofia social se aproxima do discurso jornalístico. Mas, é claro, isso é o que fazem os grandes filósofos. Infelizmente, os professores de filosofia, em especial os da universidade, estão com uma dificuldade imensa de assim agir.

Como avalia o planejamento da atividade filosófica no Brasil?
As pessoas bem educadas, no Brasil, até meados dos anos 50 e 60 eram empurradas por alguma filosofia, criavam algum “plano de vida” a partir de determinado corpo racional de pensamento. Isso era o natural. Atualmente a filosofia parece não servir mais para isso, e nossa educação aceitou rapidamente a tarefa de formar o que Weber chamou de o homem moderno par excellence: “o expert sem inteligência e o hedonista sem coração”. Ora, deveríamos poder atuar a partir não só do Ministério da Educação, mas também de organizações da sociedade civil e, certamente, da escola média, no sentido de usar da filosofia para fazer os jovens pensarem em um “projeto de vida”. Deveríamos planejar a atividade filosófica para tal.

Por que isso não acontece?
Mas quando olhamos para o Ministério da Educação percebemos que isso é impossível, uma vez que os próprios adultos que estão lá nunca souberam o que é isso, o que é uma preparação filosófica para a criação de um projeto de vida. Resta então a sociedade civil. E esta está, de fato, buscando ajuda formativa na filosofia. Todavia, os filósofos conseguem entender isso? Não estão eles presos nos seus trabalhinhos acadêmicos visando ganhar “pontinhos na Capes”? Sim, estão! Que triste isso, não?

As leis aprovadas em 2008 para incluir a filosofia, a sociologia e a música como disciplinas do ensino básico não seriam um esforço para mudar esse quadro?
A lei veio por iniciativa da sociedade civil, e eu mesmo lutei muito por isso. Mas faltou apoio governamental, que incluiu a disciplina, mas não fez nenhum movimento no sentido de ajudar os professores. Eu mesmo ofereci material para o governo, até gratuito, mas este governo que está aí funciona com uma capa ideológica e como uma confraria de amigos. Além disso, filosofia séria não dá dinheiro! O governo que está aí, como o anterior, não tem o mínimo interesse em preparar professores.

Em que medida a filosofia pode contribuir para um debate efetivo dos problemas atuais?
A filosofia dos grandes filósofos é um contínuo debate sobre os problemas atuais, e não sobre qualquer outra coisa. Alguns podem não notar isso apenas por desconhecerem o que são “problemas atuais”. Não conseguimos dar um passo sem discutir o que é o conhecimento e se máquinas podem ou não conhecer — e isso é assunto de filosofia. Não damos um passo sem esbarrarmos em problemas sobre quando começa e termina a vida, e isso é assunto de filosofia. Não temos conseguido evitar que toda semana aconteça uma nova guerra — quer assunto mais filosófico que este: o de organizar a cidade para que possamos viver sem nos acotovelarmos demais? Não consigo imaginar um assunto atual que não seja próprio da mira da filosofia. Por isso mesmo eu nunca “paro para pensar”. Nunca usa da metáfora “epa, temos de parar para pensar, parar para filosofar”. Não! Nós temos é que não parar de filosofar o tempo todo, em movimento. No meu caso, que sou filósofo, o meu tempo é inteiro ocupado por elementos próprios da minha formação filosófica, até mesmo em uma situação de disputa passional particular, minha, a filosofia está presente. Estou grávido de filosofia, e é uma gravidez eterna.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

TV Filosofia 1 Segmento 2

TV Filosofia 1 Segmento 2
Vídeo enviado por pgjr23

Programa da Universidade São Marcos para a TV Aberta. Programa 1, parte b: Sócrates.

TV Filosofia 1 parte a: Sócrates

TV Filosofia 1 parte a: Sócrates
Vídeo enviado por pgjr23

Programa TV Filosofia da Universidade São Marcos, apresentado por Francielle Maria na TV Aberta São Paulo, entrevistando o filósofo Paulo Ghiraldelli Jr.

domingo, 28 de dezembro de 2008

ANPOF: cabeça nova, mas sem idéias


Diferentemente das suas parentes no campo da história, ciências sociais e educação, a ANPOF não é conhecida nos meios acadêmicos. E é completamente inexistente fora deles. A ANPOF é a Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia. Não temos no Brasil o que os americanos possuem lá, no trânsito da vida acadêmica com a filosofia, uma associação aberta para filósofos. Com expressão, não temos uma associação de filosofia a partir de filósofos; a maior parte de nossos filósofos atua apenas como professor de filosofia, em universidades. A inserção desse pessoal no debate público é praticamente zero. E a ANPOF atual reflete isso. Seu presidente é um ilustre desconhecido, ninguém conseguiria identificar na imprensa ou mesmo nos meios acadêmicos quem é o moço chamado Edgar da Rocha. A cada cem estudantes de filosofia, cento e um não sabem quem é Edgar!
E para ilustres desconhecidos, ilegítimos intelectualmente, não há outro modo de se apresentar senão desfiando currículo. E um currículo feito de batismos externos. Ou seja, como ninguém nunca leu um livro ou texto do moço (talvez nem mesmo o orientador dele!), então, é necessário colocar para os associados o CV do jovem! A falta de legitimidade natural cria a pseudo-legitimidade.
A ANPOF já teve como presidente o professor Bento Prado Jr.. Sempre de terno e gravata e solícito com todos, Bento circulava nos meios jornalísticos procurando ler os colegas, resenhar seus livros e não deixar a filosofia se reduzir ao gueto. A ANPOF também teve a professora Marilena Chauí. Igualmente bem vestida e charmosamente loquaz, nunca deixou de se inserir na mídia, mostrando que a filosofia se faz na vida, não somente no gabinete. Outros desse estilo passaram pela presidência. Tudo indicava que a ANPOF poderia crescer não só em número, mas em pessoas que iriam agarrar e viver a condição de filósofos.
A mentalidade dessa geração pioneira da ANPOF veio do tempo que filosofia era filosofia, uma atividade de pensamento, ousadia, crítica e capacidade de redescrever situações e pessoas para além de teses de mestrado e doutorado. Essa geração que veio de Bento e Marilena, e que deu para nós uma Olgária Matos e vários outros que buscaram, mesmo no Terceiro Mundo, fazer a filosofia não deixar de ser um instrumento capaz de dialogar com os vários setores sociais – como americanos, franceses e alemães nunca deixaram de fazer –, foi o meu grupo de heróis inspiradores. Não estou dizendo que esse pessoal respondeu nesses debates aquilo que eu queria ouvir e o que eu acredito. Não! Mas não é pela concordância que eu os admirava, mas pela inserção intelectual e social; e, não raro, pela minha discordância em relação ao que defenderam.
Mas agora, o que temos como filosofia acadêmica? Um professor faz um artiguinho de nada e corre colocar em alguma revistinha presa ao “Qualis”, um mecanismo criado pelos pares para dizer qual periódico e qual editora pode ou não publicar coisas válidas. Trata-se de algo como um Index do tipo do da Inquisição medieval, só que mais medíocre. Sim, medíocre, pois ele não está aí para defender uma doutrina, mas apenas para incentivar o grupelhismo.
Fiz meu currículo (que depois de um tempo tive de colocar na imbecilizante Plataforma Lattes) enquanto estava na academia, durante 35 anos. Mas, antes mesmo de sair de vez da Universidade, comecei a não dar mais atenção para aquilo, pois comecei a perceber que mostrar o currículo estava se tornando apenas uma forma de não conversar sobre filosofia. Pois, de fato, ninguém que se preocupa com o CV-Lattes escreve sobre filosofia. Alguém que mostra o CV já indica que ninguém o conhece, que ninguém o leu, que nem mesmo os que estudam seu assunto o leram. Os americanos filósofos não mostram currículo, às vezes nem mesmo em concursos! Quando assumem uma associação, o que mostram é um artigo amplo, de envergadura, sobre os grandes vôos da filosofia. Vários presidentes da ANPOF não precisaram mostrar currículo.
Não raro, os professores da nova geração escrevem pequenas teses e dissertações, em geral de pouca ousadia e criatividade, e colocam artiguinhos em supostas revistas de qualidade, tudo para ser “professor da pós”, e não propriamente filósofos. Passam anos lendo (sem explicar) apenas um único livro de filosofia na sala de aula - isso é "a aula" que ministram! Vários entre esses professores passam anos repetindo a mesma aula, todo santo dia! E ocorreu de fato aula? Não! O que fizeram foi ler – em português (!) – o que está aqui e ali em um volume de Os Pensadores. Quando fazem isso, já é muito. São incapazes de uma conexão qualquer entre sociedade, cultura e filosofia. Dizem que isso que fazem é rigor, quando na verdade é apenas mediocridade. Ou o que é pior: fingem serem scholars de um filósofo, quando na verdade são apenas ignorantes em história da filosofia e, principalmente, em cultura brasileira. São incapazes de levarem adiante conexões entre o assunto que dizem dominar e o todo da filosofia e da filosofia aplicada.
No Brasil a regra é a seguinte: você entra no curso de filosofia na universidade e vira universitário, para sempre, e não filósofo. Vai ser estudante universitário e professor universitário. Todos os cacoetes universitários vindo de práticas autoritárias e corporativas são incorporados, e isso é maior que o conteúdo do curso. Ou seja, a Universidade vence a filosofia. Na formação de cada um a filosofia perde para as práticas da vida universitária, isto é, a politicalha e o grupelhismo. Como estudantes, bajulam professores para terem bolsa; como professores, bajulam outros professores (e o governo) para subirem na carreira - carreira administrativa, é claro. Um dia, chegam na ... presidência da ANPOF. E a filosofia? Ah, "papers" para o Qualis. Mas, de conteúdo mesmo, de criatividade filosófica, nada!
Em um determinado momento de nossa história parecia que a filosofia iria se democratizar e, com isso, a ANPOF iria escapar desses cacoetes da Universidade. Mas não foi o que ocorreu. Ela caiu de joelhos. Os anos estão passando e a ANPOF cresce em associados e perde em capacidade de fazer filosofia. O reflexo disso apareceu quando elegeram um menino da Bahia para ser o presidente da ANPOF, e agora essa catástrofe se repete na escolha desse fantástico elemento humano que, segundo seu currículo, tem vários livros, mas que segundo as editoras, não tem nenhum! Ninguém do meio intelectual escutou ao menos um zumbido de Edgard da Rocha!
A verdade disso tudo aparece agora, no e-mail que recebi da Diretoria da ANPOF. Em vez do presidente indicado (ele foi votado?) escrever um texto dizendo “O que é filosofia?” ou coisa parecida, para que possamos ter uma base do que ele pensa sobre o assunto – como os americanos fazem –, o que ocorreu foi apenas uma coisa esquisita: o e-mail veio com o CV-Lattes do rapaz. Ali aparece o que? O nada! Sim, pois tudo que está ali, que ele apresenta como sua identidade, é o que a lei obriga que ele apresente para ser professor universitário no Brasil: mestrado, doutorado, algumas publicações técnicas e alguns cargos administrativos. Ora, isso não caracteriza um filósofo. Colocar seu CV para se apresentar no campo da filosofia é mais que ridículo, chega a ser uma forma de dizer: não tenho nada a dizer, de fato, sobre filosofia. E não tem mesmo!
Bom, pode haver objeção a essa minha observação. Pode-se dizer: mas a ANPOF é antes de tudo uma associação de “gente de programa de pós-graduação”, não de filosofia. Nesse caso, eu estaria errado em cobrar da ANPOF uma atuação menos rasteira. Todavia, no Brasil não podemos nos dar ao luxo de fazer filosofia sem contar com a universidade. Os países ricos conseguem isso. Mas nós não conseguimos nem mesmo ter um público leitor para fora do público estudantil – e isso não só em filosofia. Seria querer muito ter uma ANPOF cuidando da vida burocrática de professores burocratas, de um lado, e uma associação de filósofos, de outro. No Brasil, acabamos por acreditar - e nisso pode ser que erramos - que a ANPOF seria uma associação de filósofos, uma associação de filosofia.
Um filósofo pode ser professor universitário. Nada o impede. Ele pode ter lá seus escritos “técnicos”, que o formaram. Alguns fazem o dever de casa bem feitinho. Outros, fazem o dever de casa com orientadores que não orientam nada. Agora, não é isso que vai coroar ou não o processo para alguém ser filósofo. Para ser visto como filósofo, no mundo todo, não é somente a formação escolar que importa. O mestrado e o doutorado, e mesmo a livre-docência e o pós-doutorado, no Brasil de hoje, são estágios da formação. Ou seja, são requisitos básicos. São o que se tem de fazer como “o mínimo” para ser professor de um programa de pós-graduação. Isso não é identidade de filósofo. Ao contrário, é identidade de professor e, não raro, de burocrata.
Assim, com essa mentalidade, a ANPOF se descaracteriza a cada dia. Ou melhor, se caracteriza de modo pouco alvissareiro.
Tudo indica que a ANPOF espelha hoje o que havia de mais tosco nos anos 80, que era o atropelo da mentalidade tecnicizante e burocrática sobre as áreas humanísticas. Aos poucos essa mentalidade que visa falar do calcanhar da barata venceu. E hoje os filósofos não sabem mais quem foi Monteiro Lobato ou Anísio Teixeira, e mentem que sabem alguma coisa sobre um parágrafo do Tratactus. Fingem ser especialistas em um assunto, para esconder o fato de que não possuem conhecimento geral algum. Hoje, cada coordenadorzinho de pós-graduação coloca na bibliografia de seus cursos alguns livros que, por amizade ou financiamento do estado, eles publicaram; ninguém os leriam. Mas ele enfia tal bibliografia goela abaixo dos alunos e, então, “faz currículo”. Ou então coloca uma bibliografia imensa, exatamente para "fazer pose".
Ao agir assim, colocando seus "papers" aqui e ali, em suas disciplinas de pós-graduação, acredita que virou um autor. Torna-se um famoso autor desconhecido -- até mesmo entre os pares. Querem uma prova? Eis a prova que cala a boca de qualquer um: dentro da própria diretoria da ANPOF duvido que alguém leu alguma coisa do presidente atual da entidade. E talvez todos da diretoria possam até ter vergonha do fato de que cada um nunca leu o outro colega. A desculpa é esta: o que o colega escreveu "não é o meu assunto". Ou seja, a especilidade, que na verdade é mentirosa, apenas encobre o fato de que se tornaram antes professores universitários que filósofos. A Universidade venceu a filosofia - novamente. E assim vamos, no país do faz de conta, mentindo sobre a qualidade de mais uma associação.
É uma vergonha. Estivemos tão próximos de ter uma associação de filosofia e ... deixamos isso passar. Continua valendo a frase de Bento Prado, para caracterizar as últimas gestões da ANPOF: “eles não são do meio”. O que recebi da ANPOF por e-mail, ou seja, o CV do presidente da entidade, o moço que ninguém sabe quem é, parece ser realmente uma forma de fazer a frase de Bento ainda ecoar com validade.

Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo.
Veja a rede: http://ghiraldelli.ning.com

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Violência nas escolas

Violência nas escolas
Vídeo enviado por pgjr23

Filósofo explica a violência na adolescência e a violência escolar na falta de política educacional. Cenas e declarações incríveis.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Habermas critica Rawls

Habermas critica Rawls
Vídeo enviado por pgjr23

O filósofo explica o essencial da novidade da crítica de Habermas a Rawls.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Sobre a Leitura

Sobre a Leitura
Vídeo enviado por pgjr23

Filosofia e cotidiano: sobre a leitura, com o filósofo Paulo Ghiraldelli Jr.



 
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